segunda-feira, 4 de abril de 2011

Livro do dia: A Cabana

A Cabana - William P. Young



“- Considere nosso amiguinho aqui - começou ela. - A maioria dos pássaros foi criada para voar, e não ao contrário. - Ela parou para deixar Mack pensando nisso. - Você, por outro lado, foi criado para ser amado. Assim para você viver como se não fosse amado é uma limitação, e não ao contrário.”

A cabana não está ligada ao fato de tentar responder perguntas difíceis em respostas fáceis e sim em limitar a presença de Deus na vida das pessoas, ou seja, ela busca unir acontecimentos e relacioná-las ao amor de Deus, o livro uni a paixão de um teólogo com o amor, o que resulta no romance!

Escrever de Deus não é assim tão fácil, mais o autor consegue fazer isso de uma forma marcante que faz com que o leitor se apaixone pelo livro, e se emocione também, porque não há dor maior do que a perda de um filho, ainda mais se ele é especial para você. Porém, com este livro o amor de Deus está implícito de uma maneira incrível que aproxima o leitor do amor a Deus, faz com que as perguntas feitas Por Mack mudem a vida de qualquer pessoa,pois o fato parece não ter nada a ver com a nossa vida,mais durante o decorrer do livro, nós acabamos vendo que tudo não passa do que nós mesmo somos,ou até mesmo o que nós fazemos.

As respostas encontradas durante a minha leitura são magníficas, ou pelo menos pra mim, transformaram a minha idéia sobre Deus ,que já era forte,ainda mais concreta. Na verdade, para “sentir” está história você não necessariamente precisa ter uma crença no cristianismo e sim , apenas ACREDITAR no que esta sendo dito. Tudo o que o “Papai” fez Mack fazer, no final tudo se mostrou um grande aprendizado e valeu à pena, porque Deus ensinou o verdadeiro amor, como o ser humano pode perdoar o próximo.
Enfim eu recomendo esta leitura com toda a certeza é mais que perfeita, é o melhor livro que já li, apesar de não terem sidos muitos, mais pode ter certeza que foi o mais especial, o que mais me tocou com toda a certeza do Mundo!

“A fé nunca sabe onde está sendo levada, mas conhece e ama Aquele que está levando”

Deu uma preguiça enorme de fazer a resenha, sem falar que eu ainda não li o livro né, quem leu foi a Liih, mas por ela estar meio ocupada, resolvi procurar no Skoob uma resenha que fosse boa, e encontrei essa, da Izabella Munhoz
É realmente uma das resenhas que mais se aproximam à história do livro, segundo muitos que leram, e espero que gostem.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Novidades


Olá meus amores, aqui é a Jess.
Estou "encarregada" de fazer este post avisando sobre algumas alterações no blog já há algum tempo, mas me faltava coragem de escrever, e como podem perceber, sou muito preguiçosa. rs
Vamos passar então para o objetivo deste post: iremos criar uma coluna chamada 'Passaporte de Viagem'. Vai funcionar assim da seguinte maneira: A cada quinze dias, eu e a Liih iremos fazer um post sobre alguma cidade turística do mundo, tendo imagens, a história do lugar e alguns pontos turísticos. Essa ideia partiu da Liih e é super interessante, na minha opinião.
Nossa primeira viagem será para Londres - Inglaterra, e as escolhas dos novos lugares serão feitas aleatóriamente.

Criaremos também uma espécie de quadro de indicação, onde iremos postar sobre bandas, livros e filmes que indicamos e falar um pouco sobre cada indicação.
Os dias de post serão toda segunda e quinta-feiras, onde o tema que vamos falar será por ordem, começando por livros, depois banda e por fim filmes, e repetindo sempre essa ordem.

É gente, as mudanças serão essas, e espero que gostem. Em breve começaremos com as colunas.

P.S.: não iremos abandonar nossos textos não.

sábado, 19 de março de 2011

Meu lindo [ir]responsável.


Abri a porta ansiosa por ver os dois amores da minha vida, fazia dois dias que não os via e para mim pareciam anos. Tom havia levado Peter para acampar, eu não pude ir junto pois tinha um teste na faculdade. Estava no ultimo semestre e não podia faltar. Estava ansiosa por me formar logo já que tive que trancar a faculdade por um tempo quando descobri que estava grávida de Peter, que agora estava com três anos. Lindo com os seus grandes olhos com uma cor indefinida entre o castanho e cor de mel, e seus cabelos pretos assim como os de Tom.
Coloquei minha bolsa no sofá e as chaves em cima da mesinha de centro estranhando o silêncio da casa, eles já deviam ter chegado não? Pensei comigo mesma.
- Tom? ... Peter? – chamei indo em direção ao quarto de Peter, aonde eles deveriam estar.
Abri a porta e eles não estavam ali, estava tudo do modo que deixei, eles ainda não tinham chegado. Suspirei, céus como eu sentia saudades. Sentei-me na poltrona ao lado da cama do meu filho. Meu filho, repeti mentalmente. No começo isso parecia tão surreal: Tom, gravidez, responsabilidade, família, mãe.
Lembro-me de quando descobri que estava grávida, fiquei desesperada, tinha medo de Tom me deixar sozinha, de ele não querer o bebê. Mas não esperava a reação que ele teve. Tom simplesmente me abraçou e disse “hoje você me fez o homem mais feliz do mundo”. Não, eu realmente não esperava aquilo, afinal éramos jovens, estávamos na faculdade ainda, Tom cursando o ultimo ano de biologia e eu no primeiro de psicologia.
Todos falavam que Tom não seria um bom pai, que era irresponsável e que não era um bom exemplo para um filho. Sim, tudo isso era verdade, ele era irresponsável, com tudo. Não ligava muito para nada, e só fazia a faculdade por que seu pai o obrigava a fazer. Suas tatuagens não ajudavam muito quando o ar de “responsável” tinha que aparecer, mas eu não ligava, sabia quem ele era por dentro, e sabia que apesar de que os outros pensavam, ele seria sim um bom pai.
Sorri e meus olhos caíram sobre a cômoda de Peter onde tinha alguns portas-retratos. Sorri ainda mais e fui até lá pegando um dos porta-retratos em minha mão. Era a minha foto preferida. Peter tinha três meses na época e naquela noite em comum estava agitado, eu já tinha tentado de tudo para acalmá-lo, mas ele simplesmente não dormia. Tom acordou com o choro inquieto de Peter, veio até mim pegando-o no colo e me pediu um café, falou que cuidava dele. Fui até a cozinha, ligando a cafeteira para preparar o seu café e depois de uns minutos não ouvi mais o choro do bebê.
Fiquei espantada, como ele tinha conseguido aquilo? Já fazia mais de uma hora que eu tentava acalma-lo e em minutos que Tom pega Peter e ele fica quieto? Coloquei um pouco de café na xícara e voltei ao quarto já curiosa para ver o que ele tinha feito, mas ao entrar no quarto fiquei boba com a cena que vi: Peter deitado em nossa cama, dormindo, calmo e Tom com um braço em sua volta também dormindo, não resisti a cena, e de tão linda que era linda tive que registrar.
Ri voltando ao presente, Tom era maravilhoso e não podia pensar em uma pessoa melhor para ser o pai do meu filho.
Ouvi o barulho da porta e ri ao ouvir o tagarelar do meu pequeno.
- Lizzy? – ouvi Tom chamar ao mesmo que Peter dizia:
- Mamãe, mamãe, cadê você?
- No quarto. – gritei e no mesmo instante a porta abriu e entrou o meu pedaço de gente, correndo até mim.
- Oi mãe, senti sua falta. – ele disse pulando em meus braços, pra um abraço apertado.
- Eu também meu amor, como foi hein? Você se comportou? Seu pai te deu comida? – Disse e ouvi a risada de Tom que nos olhava, parado na porta.
- Sim, mamãe, o papai me deu comida, e eu tenho um presente pra você, ta na minha mochila, eu vou lá pegar. – ele falou já passando por Tom e correndo de volta até a sala.
Olhei para Tom sorrindo, como eu tinha sentindo a falta dele.
- Hey amor, tudo bem? – ele disse vindo até mim e me beijando docemente, logo depois me dando um abraço apertado.
- Sim, e você baby? – falei sentindo o seu cheiro.
- Ótimo, senti sua falta. – ele disse olhando em meus olhos.
Quando eu ia responder, Peter entrou novamente no quarto com um papel nas mãos parando bem em minha frente.
- Olha mãe, fiz pra você. – sentei em sua cama com Tom ao meu lado, pegando o papel de suas mãos. Olhei. Era um desenho de nós três, no parque, sentados na grama.
- Eu fiz sozinho mamãe. – disse sentando no colo de Tom.
- Sozinho? Hey cara, quem desenhou a grama hein? – Tom disse fingindo estar indignado. Olhei para o que Tom dizia ser a grama, era somente uns rabiscos pintados de verde. Ri e disse:
- Tom, você fez isso? – e Peter respondeu, logo:
- Não mamãe, eu fiz tudo sozinho. – No mesmo instante Tom estava em cima de Peter fazendo cócegas e dizendo.
- Esse é seu castigo garoto por menosprezar a minha grama.
Peter ria sem parar, tentando fugir de Tom.
Olhei para os dois, e me senti realizada e feliz, vendo aquela cena, aquele amor. Gargalhei também, vendo as caretas que Tom fazia enquanto continuava com as cócegas e Peter rindo, quase sem fôlego. Desviei os olhos dos dois por um instante e olhei para a foto de quando Peter era bebê novamente, sorri ainda mais feliz e pensei: sim Tom era um excelente pai.


60º Edição Visual - Bloinquês
Nota: 9,9 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Me tira daqui.


Me tira daqui, é só isso que lhe peço. Me tira desse mundo, me tira destas pessoas, me tira dessa vida. Faça o que for possível, até mesmo o impossível, mas de algum modo, me tira daqui. Eu quero viver sem me preocupar, viver sem me arrepender, quero viver sem nada, por favor, me tira daqui. Estou perdida e não sei como faço para me achar. Cadê você que prometeu nunca me deixar? Cadê você que prometeu nunca me abandonar? Cadê você que prometeu estar ao meu lado em todos os instantes? Cadê você que prometeu me amar pra sempre? Perdi a mim, perdi a você, perdi tudo. E como faço para me achar novamente? Tudo está confuso, as palavras estão soltas, tudo está girando e aonde eu estou? Cadê você para me mostrar o caminho de volta? Cadê você para me tirar desse inferno, cadê? Aonde você se meteu? Volta e me tira daqui, por favor? Eu só quero viver, só quero viver... Me tira daqui. Eu sei que em algum lugar qualquer o sol brilha tão forte como eu nunca senti, e sei que lá neste lugar eu estarei longe de ti. Por favor, me tira daqui.


Já nem sei como vim parar aqui com essa gente que nada diz pra mim, só sei que não quero estar aqui nem mais uma noite, não. Mas os dias parecem não ter fim e o sol vai brilhar bem longe de mim mais um dia se foi ...
Gloria - Me tira daqui.



Hey, olá. Enfim estava com vontade de escrever, mas não conseguia expressar direito o que queria. Eu estava meio depressiva nesse dia, digamos assim. Comecei a escrever, mas não conseguia terminar ele, simplesmente não conseguia, o que me irritava ainda mais. Mostrei o que tinha escrito pra Jéss e ela falou que lembrava muito a música do Gloria e que tinha escrito algo sobre isso, me mostrou e perguntei a ela se podia usar aquilo para terminar o texto e ela deixou, foi incrível, mas as duas partes se encaixaram perfeitamente e deu nisso, eu gostei muito do resultado e espero que gostem.

P.S.: Se puderem escutar a música, é linda e se encaixa mesmo no texto. *-*

terça-feira, 1 de março de 2011

Lembranças de Maio

Lembrança: Recordação de uma idéia, pessoa ou fato conservado pela memória; reminiscência.
Maio: Derivado da ninfa Plêiades Maia, mãe de Hermes, que numa versão romana se torna a deusa da fertilidade e da primavera, Bona Dea. Maia no grego antigo pode ser traduzida como mãe, explicando o fato do quinto mês do ano ter recebido seu nome, já que na Grécia, é predominada a estação das flores. Pode ser chamada também de mãe-primavera. Tudo isso explica também o fato do dia das mães ser exatamente no mês de maio.
Agora a pergunta é: Por que lembranças de Maio e não de outro mês qualquer? Simples, porque Maio, além de toda uma história que passa despercebida aos olhos, pensamentos e conhecimento de muitos, é um mês de suma importância na história não só do Brasil como de todo o mundo.
Quem é que imaginaria que esse mês que todos vivemos trinta e um dias por ano já foi um grande palco para a liberdade? Sim, pois em 13 de maio de 1888 foi sancionada a Lei Áurea aqui no Brasil, libertando centenas e milhares de escravos.
Maio é um mês de comemorações, de memórias, de recordações, de pensar, filosofar, e procurar por respostas. Como seria o mundo hoje se a mais de duzentos anos atrás não tivesse sido assinada essa tal lei? Será que existiria toda essa diversidade de culturas? E se um ancestral meu daquela época continuasse como escravo, eu estaria aqui agora, tentando resolver todos esses enigmas da vida?
Então são por esses e por muitos outros motivos que, através das nossas Lembranças de Maio, tentaremos levar a todos nossos os conhecimentos, medos, sentimentos, pensamentos, alegrias, saudades e lembranças. E por ultimo desejamos que também procurem por suas lembranças e façam no seus presentes, coisas para serem lembradas num futuro distante.

Jéss

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Selfish love.

Eu queria que você sentisse a minha falta , assim como eu sinto a sua. Eu queria que você dormisse pensando em mim e acordasse com um sorriso no rosto, pois sonhou comigo. Eu queria que você precisasse de mim, assim como eu preciso de você. Eu queria que você pensasse em mim, em todo o momento. Eu queria que você chorasse, lembrando de nós dois. Eu queria que você passasse horas sofrendo, lembrando das nossas conversas. Eu queria que seu coração doesse de tanta saudade. Eu queria que você ficasse triste e com raiva por me ver dizer eu te amo a um amigo. Eu queria que você sentisse ciúmes, fosse possessivo, e se sentisse inseguro ao mesmo tempo. Eu queria que você quisesse falar comigo, mas o medo fosse maior. Eu queria que você lembrasse de mim quando alguém mencionasse a palavra “amor”. Eu queria que você ficasse triste do nada, e eu fosse à única que poderia te tirar dessa tristeza. Eu queria que você escutasse uma música e lembrasse de mim. Eu queria que você se pegasse olhando as minhas fotos imaginando o meu olhar, o meu sorriso e o meu abraço. Eu queria que você me sentisse perto, mas ao mesmo tempo muito distante. Eu queria que você se sentisse confuso, inseguro, com raiva, triste, com alguma atitude minha, mas depois se sentisse culpado por perceber que não era aquilo que você pensava. Eu queria que você se sentisse perdido, deprimido e não soubesse por que, mas eu estivesse no seu pensamento esse tempo todo. Eu queria que sem mim, você não sentisse fome. Eu queria que você tivesse insônia e lembrasse de mim a noite inteira. Eu queria que você sentisse uma dor insuportável no peito, e com ela viesse à vontade de falar comigo. Eu queria que você desse um sorriso bobo ao um simples “oi” meu. Eu queria que seu coração se quebrasse ao perceber a distancia que se instalou entre nos dois. Eu queria que você se importasse comigo, cada detalhe. Eu queria que você me amasse, sinceramente. Eu queria que você sentisse tudo isso por mim, por que basicamente é tudo isso que eu sinto por você.
Liih

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Controvérsias.

Frases, frases e mais frases. Em todos os lugares elas estão. Na minha cabeça, na sua e na dele também. No papel, na caneta e no lápis.
Palavras, palavras e mais palavras. Todas amontoadas, aqui, ali e lá. Algumas fáceis e outras difíceis. Umas com significados importantíssimos, outras sem significado algum.
Sentada, deitada ou andando. Penso, penso e penso. E não chego a nenhuma conclusão. Aonde elas me levarão?
Liih.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Right feeling.

Sabe quando tudo cai e você não sabe para onde fugir? Sabe quando parece que tudo ta girando e você não têm a mínima noção de onde esta? Sabe quando você está deslocado e só quer sair correndo para lugar algum? Sabe quando parece que você está trancado em uma sala, sem ar, sem nada, sozinho, só querendo voltar para a realidade? Sabe quando você grita, mas parece não ter voz, por que ninguém te escuta? Sabe quando você quer chorar, mas não pode, pois não tem mais lagrimas? Sabe quando parece que o mundo virou de cabeça para baixo e você só quer se achar no meio de tudo isso? Sabe quando parece que tudo esta perdido e a única coisa que você quer é uma luz no fim do túnel? Sabe o que é ter todas as pessoas a sua volta, mas querer apenas uma? Sabe quando o silêncio é tão insuportável que parece gritar para você? Sabe quando o coração aperta, como se tivesse rasgando o seu peito e você não pode fazer nada para aliviar essa dor? Sabe quando você parece não ter pulmões, pois o ar lhe falta a todo instante? Sabe quando nada parece ter sentido e você só quer achar uma resposta para tudo isso?
Sabe às vezes a gente cansa de ficar se perguntando e quer somente uma resposta, porém, essa resposta parece estar a quilômetros de distância, talvez num outro planeta ou num outro universo. Mas o que adianta perguntar se não vamos obter resposta? De que adianta viver sem ter um sentido nisso tudo? Talvez devemos ir à procura de um motivo, uma resposta, um final, nem mesmo que para isso tenhamos que viajar o mundo, atravessar oceanos, percorrer quilômetros de distancia, chorar, fazer novas amizades, sorrir, fazer burradas, cometer erros, cair e levantar para poder cair novamente, ser feliz, sofrer, sentir saudades de alguém especial, amar deixar de amar e amar novamente, fazer planos, realizar desejos, sonhar, fazer promessas á alguém, mentir, se arrepender, correr atrás do tempo perdido, imaginar, trabalhar para conseguir o que quer, lutar, tentar, perder, fazer alguém especial sofrer, tentar consertar os erros, fazer alguém feliz, abraçar, ter esperança, esperar, conseguir, agradecer, pedir desculpas, festejar, ter medo, se arriscar, se machucar, viver. E quem sabe assim não conseguimos achar as respostas certas.
Liih

sábado, 22 de janeiro de 2011

Only sometimes.

Às vezes queria ter super poderes, para poder voar até você ou até mesmo te trazer até aqui. Às vezes queria ter um sonho lindo com você e ao acordar perceber que tudo aquilo realmente aconteceu. Às vezes queria te tocar, sentir seu cheiro e perceber que você é de verdade. Às vezes só queria poder ouvir sua voz me acalmando ou até mesmo brigando comigo. Às vezes só queria estar ao seu lado, te abraçar apertado e não te soltar nunca mais. Às vezes queria fechar os olhos te imaginar ao meu lado e quando os abrisse novamente perceber que você está aqui. Às vezes só queria poder segurar a sua mão para me sentir em segurança. Às vezes queria estar junto de você para te confortar, fazer carinho e dizer que tudo vai ficar bem. Às vezes só queria olhar em seus olhos e dizer o quanto eu te amo. Às vezes queria estar perto de você, ter sua companhia, só para te deixar nervoso, envergonhado e até mesmo te arrancar uns sorrisos. Às vezes queria passar horas com você em qualquer lugar, somente falando besteiras, escutando músicas e fazendo planos. Às vezes queria te sequestrar, te levar para um lugar só nosso e te ter pra sempre. Às vezes eu queria te ter aqui, em todos os momentos, somente ter por perto. Eu sei que tocar, sentir, ver, não é a única forma de amar, mas às vezes queria isso para provar para minha mente que você realmente existe, que você é real. Você pode até não estar por perto, eu posso não te conhecer realmente, mas sei que você está ai, eu sei que meus olhos podem não te ver, mas o meu coração pode sentir. Eu te amo mais que tudo <3

Liih

Toque mágico.


Quando você vive num mundo onde só há tragédias, não é preciso pensar duas vezes na hora de criar seu próprio mundo mágico.
Troquei o desmatamento por imensas florestas coloridas, troquei o preto e o azul por laranja e vermelho, criei um balanço para horas vagas, mudei minha aparência para algo mais adequado, troquei a tristeza pela alegria e toda a multidão por uma vida mais calma, mais solitária.
A magia está presente a todo o momento e em todo lugar, é só imaginar e esperar acontecer. Só que como tudo que é bom não dura para sempre, logo chega à hora de voltar ao mundo real, onde a tragédia está por toda a parte.
Mas uma coisa me anima. Sei que no fim do dia, quando volto para casa, meu mundo perfeito e mágico estará me esperando.

---

Você construiu um mundo de mágica, porque sua vida real é trágica. - Paramore - Brick By Boring Brick




Jess

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Tempos de criança

O mundo é tão maravilhoso aos olhos de uma inocente criança. Tudo parece ser tão bonito e colorido, até as coisas mais banias elas transformam com aqueles lindos olhinhos e deixam tudo de um jeito fofo, de um jeito gostoso de se ver. A inocência que existe dentro daquelas pequenas cabeças me envolve de um jeito impressionante, a magia que elas colocam nas pequenas coisas do dia a dia, as palavras e coisas estranhas que inventam, a sinceridade que existe em cada uma delas às vezes me da saudade do tempo em que eu via o mundo assim, da época em que tudo era sorriso e eu não tinha nada com o que me preocupar, somente o meu mundinho colorido e fantástico. Me lembro de quando tinha apenas quatro anos e queria desesperadamente ir para um lugar que no meu ponto de vista era o MEU lugar, a MINHA cidade.

Morte

A morte nunca foi e nunca será o fim da vida. É apenas o começo de outra; outra vida da qual não temos conhecimento, pois nunca conseguiram voltar dela para nos dizer como é estar morto. Estar morto deve ser algo incrível, vagar por um mundo de escuridão sem rumo e sem compromissos, poder fazer o que bem entender e na hora em que desejar, deve ser a parte da 'vida' mais alucinante que existe, deve ser estar vivo mesmo depois de ter estado morto.

Jess

Sonhos

Momento que te leva além de você mesmo, de seu corpo, sua alma, seu ser. Momento onde você fica perdido em ilusões e pensamentos, perdido em um lugar misterioso e mágico, onde tudo o que você quer se torna realidade. Aonde você sente como se sua alma estivesse se desligando de seu corpo e indo a direções estranhas, além de você, para outros tempos, outros universos, ao qual você não tem controle algum simplesmente vai sem direção, só para poder ir, sem saber aonde chegar, sem saber se um dia vai voltar.

Liih